domingo, 20 de setembro de 2009

Devaneio

Quanto tempo faz? Não importa. Dizem que a cura da mágoa é o desabafo, mas é mentira. Só trata os sintomas. Cedo ou tarde acaba voltando, e cá estou a escrever de novo, como prescreve o manual. E é só pelo desabafo, mesmo. Sei que as chances de você ler isso aqui são tão grandes quanto as de as coisas entre a gente se acertarem. O que eu nunca entendi foi por que elas deram errado em primeiro lugar. Sei as razões, mas mesmo assim não consigo aceitar como acabou.

Isso é, se é que pode-se dizer que acabou de verdade. Eu ainda estou aqui, pensando nisso, escrevendo, e nimguém sabe o que pode acontecer se você ler. Tudo é relativo, nada é absoluto. Uau, física quântica num relacionamento. Isso aqui está ficando cada vez mais absurdo. Absurdo como o fim que teve, que tivemos, não é? Ainda lembro de você me acusando de te tratar como se fosse meu brinquedo, meu bichinho de estimação. Exagero, no mínimo. Dizendo que não me suportava mais, apesar de ser sempre você a me procurar, a dar o seu jeito de reatar, sempre orgulhosa, fingindo de nada, evitando aquele fatídico pedido de desculpas.

E assim foi o fim baseado nessas e outras ações, dignas de um louco. Coisa da qual você frequentemente me acusava, também. Loucura. Não nego, não sou hipócrita. Faz parte da minha personalidade, e talvez com o contato, tenha se tornado parte da sua também. Como também a mania de dizer "enfim" entre as frases. Eu me refletindo em você. Ora um leigo definiria isso como uma demonstração de amor. Por falar nisso, lembro agora de quando você dizia que seu tempo se dividia entre as horas em que me ama e as horas que me odeia. Que tal me mandar então sua programação semanal, para na próxima hora de amor mais disponível conversar?

sábado, 1 de agosto de 2009

Avun d'bâShmâya!

Avun d'bâShmâya
Nitqâdâsh sh'makh
Têtê Mâlkutakh
Nêhuê Tsivyanakh Âykâna d'Bâshmâya Ap Bâra'a
HâvLân Lâkhma d'Sunqanân Yaumana
Uâshvuq Lân Khâubâyn Âykâna Dap Khnân Shuvaqan L'Khâyabâyn
Ula Tâ'lân Lenisyuna Ila Pâtsan Min Bisha
Mitôl D'dilakh hi Mâlkhuta uKhâyla utishbukhta
L'Alâm 'Almin
Amen

quarta-feira, 15 de julho de 2009

The Smashers!

Banda de um amigo meu show de bola!Letras simples, mas bem colocadas!Vale a pena ouvir!

Video 1
Video 2


=D

domingo, 5 de julho de 2009

Estou enjoado

Estou enjoado.Tá, você deve estar se perguntando do que eu estou enjoado,certo?Bom, de tudo. Estou cansado da vida que eu estou levando. As coisas que tinham graça se foram ou perderam a graça e, aquilo que eu mais queria se quebrou diante dos meus olhos. Ja não adianta mais tentar desenvolver minha mente estudando mitologias e história antiga, ou até mesmo criando enigmas numéricos que nem mesmo um supercomputador conseguiria desenvolver. Acho que isso é entrar em uma (*porra de*) rotina.
De qualquer modo eu mudei e, graças a minha pouca perda de tempo pensando em "como matar uma pessoa...ou melhor, como me matar, sem fazer barulho ou sujar a casa, estou devolta a vida!Mesmo enjoado...
Seja o que Deus quiser
(Post antigo)

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Agonia
Um pássaro negro
devora meu coração.
Sonho que me alimentava,
desejo que me nutria,
mas ao em alimentar...
consumi a minha alma
Teus olhos eram luz.
Luz que aos poucos...
levou-me a insanidade.
Eu te observava e te conhecia,
me sacrificava por você.
E tu ?
Tu abriu uma ferida no centro...
centro de meu peito
peito que frio estava.
Meu coração virou fogo e queimou.
Queimou ate a ultima cinza.
Bebi o sangue do meu amor,
lambia as feridas de minha alma.
E tu?
Tu me crucificou com os meus sentimentos.
Palhaço

domingo, 26 de abril de 2009

Hollow Years - Dream Theater

He's just the kind of man
You hear about
Who leaves his family for
An easy out
They never saw the signs
He never said a word
He couldn't take another day

Carry me to the shoreline
Bury me in the sand
Walk me across the water
And maybe you'll understand

Once the stone
You're crawling under
Is lifted off your shoulders
Once the cloud that's raining
Over your head disappears
The noise that you'll hear
Is the crashing down of hollow years

She's not the kind of girl
You hear about
She'll never want another
She'll never be without
She'll give you all the signs
She'll tell you everything
Then turn around and walk away

Carry me to the shoreline
Bury me in the sand
(Into the waves)
Walk me across the water
And maybe you'll understand

Once the stone
You're crawling under
(Once the stone)
Is lifted off your shoulders
Once the cloud that's raining
Over your head disappears
The noise that you'll hear
Is the crashing down of hollow years

Carry me to the shoreline
Bury me in the sand
(Into the waves)
Walk me across the water
And maybe you'll understand

Once the stone
You're crawling under
Is lifted off your shoulders
Once the cloud that's raining
Over your head disappears
The noise that you'll hear
Is the crashing down of hollow years

Once the stone
You're crawling under
Once the stone
You're crawling under
(The sound you'll hear,)
Once the stone
(the crashing)
You're crawling under
(down of hollow years)
Once the stone
You're crawling under
Once the stone
You're crawling under
Once the stone
You're crawling under
(The sound you'll hear, the crashing down of hollow years)


Nunca antes ouvi música que me falasse aos ouvidos coisas tão reais quanto o que a própria vida me disse.Nada como longas noites trancafiado em quarto, chorando e lamentando as lágrimas perdidas por alguem que supostamente já cansou do que você faz.Nunca antes me disseram palavras tão lindas com vozes tão grossas e tons tão baixos.Quando era ali que precisei de conforto, a amargura e o ódio eram os dois primeiros a baterem a porta.Afinal, quem se imorta com um cégo, surdo e mudo?Já houve uma vez, mas não há mais.Confiar na sorte para poder te ver é um erro.Acreditar que tudo isso acabou é outro.Não é um jogo de um jogador que você não tem escolha por participar...



sábado, 25 de abril de 2009

Lacrimus



Eu fui esquecido
Minha alma encheu-se de lamentações
Consolei a todos e me afundei na agonia
Morri na, mas triste e fria solidão.
Porem recussucitei com teu abraço
Você acendeu o amor que já havia apagado
Eu sei que conseguirei sair desta escuridão
Abrace-me e dançaremos uma valsa para a eternidade
Não quero mais pegar esta pena para escrever tragédias
Não quero mais que este espetáculo torne-se
Mais uma passagem da vida de Lorelei
A cortina desceu e o palhaço esta fora
Gracejos de morte já não em servem
Azrael não precisa mais vir
Eu encontrei você
Você me retirou do meu próprio cativeiro
O espelho das sombras foi partido
Quebrado com a sua luz acolhedora
Ressuscitado dos domínios obscuros
Teus olhos brilham mais do que a luz das estrelas


Palhaço